Como salvar o Varejo Físico dele mesmo

Internet of Things
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Atualmente, o e-commerce é destaque nas manchetes, mas a maior ameaça para lojas físicas de varejo existe há muito tempo (muito antes do e-commerce)… os próprios varejistas!
E essa auto-ameaça é muito séria. Se os varejistas tradicionais não deixarem de lado seu atual modus operandi e não adotarem tecnologias e processos para otimizar as lojas com base em dados e inteligência acionáveis, eles não vão durar mais 10 anos, e talvez nem mesmo cinco.

Essas marcas não precisam seguir o mesmo caminho de muitas outras empresas que são resistentes a mudanças e que falharam antes deles, pois a “loja inteligente” habilitada para IoT (Internet of Things – ou Internet das Coisas) já está causando um impacto, permitindo que os varejistas entreguem produtos diferenciados, e que permitam que seus clientes tenham boas experiências durante as compras.

Varejo físico

Nos últimos anos houveram mudanças sem precedentes no setor do varejo, e nos deparamos também com uma explosão de tecnologias visando atender as necessidades de residencias, escolas e até mesmo cidades. Mas, por alguma razão, enquanto algumas marcas faziam bons investimentos em tecnologias nos canais online, eles negligenciaram os canais clássicos e deixaram que uma fonte de quase 90% de todas as vendas no varejo atrofiassem.

A loja que usufrui da IoT (Internet of Things) está mudando tudo.

O panorama tecnológico para tecnologias em lojas, e bases de sistemas de dados continuam crescendo.
Aparentemente, todos os dias, surgem inovadores com excelentes idéias para facilitar os pontos de dificuldades no varejo, e soluções que abrangem toda a gama de tecnologias servindo conteúdos personalizados baseando-se no item que o cliente está segurando em suas mãos para soluções mais rotineiras abordando problemas específicos.

Através de inovações tecnológicas, as “lojas inteligentes” estão sendo alimentadas por vasta gama de entradas de dados.  Isso permite às lojas alocar melhor seus recursos mais poderosos, caros e escassos.
Por exemplo, pegue programação de trabalho, e imagine uma loja onde uma assistente de gerencia recebe sua agenda do dia em seu celular, e quando ela destrava o bloqueio de IoT na loja, ela está automaticamente “programada”. Além disso, assim que ela entrar na loja, ela recebe em seu celular, uma lista de atividades para serem cumpridas antes da abertura da loja, e a cada tarefa finalizada, ela pode informar no dispositivo. Após isso, uma gravação é feita para entender a duração da tarefa e oportunidades para a infra-estrutura, e eficiência sistêmica.

IOT_in_Retail

Uma vez que a loja foi aberta, tudo se volta, operacionalmente, para o cliente, do jeito que o varejo deve ser. A base de dados – e a arte de design e publicidade – impulsiona as seleções de produtos, com aplicações analíticas otimizando o planejamento de classificação e similares. Plataformas analíticas de varejo fornecem dados e um rápido feedback sobre o cliente – ambos com associação das vendas e display dos produtos.
O RFID (Radio-Frequency Identification ou Identificação por Rádio Frequência) permite que leves processos ocorram em torno do movimento produto, desde a sua identificação e até o seu reabastecimento, e ainda permite verificar se um produto tem rotatividade – ou não – por causa do design, colocação, ajuste, preço e entre outras características. As etiquetas RFID permitem que a sala de montagem torne-se o principal local de acompanhamento digital, examinando diferentes desenhos, tamanhos, cores, etc, e até mesmo iniciando o transporte direto para a casa ou para outro local, conectando imediatamente os pontos entre atividades on-line e na loja.
E isso toca, apenas a superfície da loja inteligente. Displays digitais entregam conteúdos baseados nas dimensões demográficas e/ou no comportamento de compra. Os aplicativos de controle de estoque, são alimentados por comportamentos de moradia, compromisso e compra.

As tarefas operacionais são desviadas para momentos em que os consumidores não estão na loja, e mesmo os sistemas de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado, iluminação e música ambiente são limitados pelo tráfego da loja e entradas de dados como o clima, e etc.

Quando você alimenta o sistema com as atividades e boas informações, em uma loja inteligente, e depois, mensura impacto combinado e integrado sobre essa implementação em toda a área aplicada, isso traz ótimos retornos ao varejo. As lojas, hoje, são um canal integral no mundo do varejo, e servem papéis diferentes para diferentes compradores e diferentes modelos de negócios. Embora as lojas atendam diferentes públicos e diferentes papéis, possuem características em comum. São focados em seus compradores e responsáveis por atender as necessidades e desejos de seus clientes – sempre com agilidade. Utilizam percepções baseados em seus dados complementares, o julgamento e a experiência duramente conquistados pelo varejo. Coletam e agem sobre uma riqueza de insumos – incluindo os de compradores – para servir, dar prazer e manter seu clientes.

E para finalizar, “lojas inteligentes” salvam as lojas físicas de varejo, deles mesmos.

Texto originalmente publicado por Join Bridget na RetailNext.

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